The XVIII Century and Industrialization

During the XVIII century, Lousã prospered and changed from a modest and unremarkable town to a flourishing place with new buildings occupied by noble families. The local paper industry, the Engenho de Papel do Penedo, and its products were such a high quality that supplied the prestigious typography Companhia de Jesus in Coimbra back in 1716. Latter, they came to supply the Academic typography founded by Marquis of Pombal and the Mint (Casa da Moeda).


New factories emerged in the region. In 1868, the Boque factory was founded in Serpins which had the first machine for continuous production of paper in Portugal. The Casal de Ermio factory operated between 1853 and 1890, and afterwards was bought by the Penedo factory and turned into a power plant.


Other remarkable industries in the area were the spinning industry, notably in Foz de Arouce, and the production of energy. Milling, liqueurs, sawmills, metalwork and other diversified industries gained importance over the agricultural sector.


In the late XIX century, a flow of emigration started to Lisbon and Brazil, and then to other countries such as the United States of America and more recently, to European countries. This brought to Lousã new perspectives in terms of development into several fields.


The opening of the Railway in 1906 broke the isolation with Coimbra, which was complemented with new communication routes. In 1924, it was launched the electric energy.

On December 1, 2009, the last trip on the centenary railroad track was realized.
This was already announced in the newspaper Expresso, on April 29, 2008, together with a promise that a “system of Metro” would be operational in January 2011.

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O Século XVIII e a Industrialização

Foi porém no século XVIII que a Lousã mais prosperou, passando de uma modesta e incaracterística vila a uma florescente povoação, com ruas ladeadas de novas edificações de bom traçado, onde viviam as famílias nobres. A criação local da indústria do papel, o Engenho de Papel do Penedo, e os seus produtos daqui saídos eram de tal qualidade, que já em 1716 fornecia a prestigiada tipografia da Companhia de Jesus de Coimbra, sendo depois grandes clientes das unidades fabris da Lousã, a Tipografia Académica fundada pelo Marquês de Pombal e a Casa da Moeda.

Outras fábricas se vieram a criar dentro dos limites concelhios. Em 1868 foi a vez da Fábrica do Boque ser fundada em Serpins, funcionando aí a primeira máquina de fazer papel contínuo que houve em Portugal. A Fábrica do Casal de Ermio funcionou entre 1853 e 1890, sendo depois adquirida pela Fábrica do Penedo e transformada em central elétrica.

Outras indústrias foram a da fiação, nomeadamente em Foz de Arouce, e a produção de energia. Moagens, Licores, serrações, serralharias e diversas outras indústrias, que diversificaram a vocação essencialmente agrícola do concelho, em detrimento do setor primário.

A emigração, sem esquecer a imigração para Lisboa, iniciada para o Brasil em finais do século XIX, progressivamente alongada para os Estados Unidos e culminando mais recentemente, para a Europa, trouxe à Lousã uma nova perspetiva em desenvolvimento em várias áreas.

 

A inauguração do Caminho de Ferro em 1906, quebrou o isolamento com Coimbra. Complementado posteriormente com a abertura de novas vias de comunicação. Em 1924, foi inaugurada a energia elétrica.

No dia 1 de dezembro de 2009, realizava-se última viagem no centenário ramal. Segundo o enquadramento de época do jornal Expresso de 29 de Abril de 2008, com a promessa de um “Sistema de metro a funcionar em Janeiro de 2011″.

video Ramal da Lousã
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